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14 formas de começar a viver mais frugalmente

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Viver frugalmente está na moda, quer seja pela crise mundial, quer seja pelo facto de as pessoas quererem fazer mais com aquilo que têm. Não queremos abdicar de tudo de bom que a vida tem para nos oferecer, mas queremos “esticar” os ordenados, gastar inteligentemente para também podermos poupar – chama-se viver frugalmente. Basicamente, isto consiste em adoptar pequenos hábitos que, em pouco tempo, não só vão tornar-se num estilo de vida, como se vai reflectir positivamente nas contas bancárias. Bem-vindo a uma vida mais frugal.

  1. Cultura económica. Troque o cinema, a Blockbuster e as livrarias pela biblioteca municipal, onde encontrará milhares de livros, CDs e DVDs que pode levar para casa emprestado, gratuitamente… só precisa do seu cartão de utilitário em dia.
  2. Cupões na carteira. Aproveite todos os cupões que receber no correio, que possa recortar de revistas ou que lhe seja entregue na loja aonde acabou de fazer as suas compras. Esteja atento aos prazos de validade e faça deles presença imprescindível na sua carteira para descontos imediatos. Para além disso, aprenda a estudar os folhetos promocionais que enchem a caixa de correio e planeie os seus menus e compras semanais em torno dos mesmos para usufruir de grandes vantagens.
  3. Lista na mão. Sempre que tiver de fazer compras, elabore uma lista com tudo o que precisa antes de sair de casa e, uma vez no supermercado, cinja-se exclusivamente a essa lista. Não só poupará tempo como evitará gastos supérfluos em coisas que provavelmente não necessita.
  4. Várias viagens numa só. A nossa lista de afazeres diários está sempre a crescer, por isso, antes de sair para tratar de este ou daquele assunto, veja quais são as paragens que pode fazer de uma só vez, ou seja, se a lavandaria é próxima do supermercado e das finanças, faça tudo seguido em vez de ir a um sítio diferente todos os dias. Se não for muito longe, vá a pé. Parecendo que não, já poupou em combustível.
  5. Cozinhar em casa. Grande parte do nosso orçamento mensal está, sem dúvida, canalizado para a nossa alimentação, no entanto, se reduzir as vezes que comer fora de casa, depressa notará que à mesa pode poupar-se muito dinheiro. Para além disso, aprenda a poupar na fruta e nos legumes – sim, é possível.
  6. Pagamentos online. Poupe selos, saídas nocturnas inesperadas para pagar contas antes da meia-noite, multas por pagamentos atrasados e stress desnecessário ao dar ordem de transferência bancária para pagar água, luz, gás, telefone, Internet, TV Cabo…
  7. Pague em dinheiro. Habitue-se a pagar tudo o que compra ou consome em dinheiro vivo, custa muito mais ver as notas e moedas a desaparecerem da carteira do que não ter noção nenhuma do saldo da conta devido ao uso contínuo de cartões de débito e de crédito. Este método faz-nos reflectir muito mais sobre os gastos diários e a comprová-lo está o facto de quem se restringir a ele conseguir poupar entre 10% a 20% por mês.
  8. Roupa usada, roupa nova. Um dos grandes princípios da vida frugal é reciclar e reutilizar aquilo que já temos, uma ideia que pode ser eficazmente aplicada ao vestuário: será que aquele vestido que nunca mais usou não se tornará mais apelativo se o encurtar? Aquelas calças que apanharam lixívia não podiam ser transformadas em calções? Se mudasse os botões daquela camisa, passava a gostar mais dela? Poupar dinheiro em roupa, sem abdicar do nosso estilo e conforto.
  9. Economicamente limpo. Já alguma vez pensou em criar os seus próprios detergentes para lavar a loiça, a roupa e para limpar a casa? O vinagre e o bicarbonato de sódio são apenas dois dos muitos ingredientes que terá na despensa, prontos para trabalharem por si – a Internet está recheada deste género de receitas, por isso, nada que um pouco de pesquisa não lhe possa revelar. Se o objectivo é investir numa vida mais frugal, esta é uma excelente estratégia: poupa dinheiro e poupa o ambiente.
  10. Menos luz, mais dinheiro. Trocar as lâmpadas tradicionais por lâmpadas económicas e interiorizar o hábito de desligar todas as luzes que não estão a ser necessárias no momento, assim como os botões de standby presentes em muitos electrodomésticos são gestos simples com resultados grandiosos.
  11. Água mais fria. Lavar roupa ou loiça nem sempre exige água a ferver; e se reduzir a temperatura da caldeira ou esquentador, provavelmente nem notará a diferença no próximo duche. Sabe onde a diferença se vai fazer notar? Na conta do gás do mês seguinte. Discipline-se a fechar todas as torneiras para evitar o desperdício de água, mesmo entre o enxaguamento de um prato e de outro: menos água, mais dinheiro.
  12. Segunda mão. Existem muitas coisas que pode e deve comprar em segunda mão, simplesmente porque devido ao uso que teve ou vai ter, não sairá a ganhar ao passar um cheque por um igual, mas novinho em folha… antes pelo contrário. Se pode comprar um automóvel em segunda mão, porque não uma televisão ou um microondas – se está a precisar de alguma coisa em especial, comunique com colegas e familiares, nunca se sabe se poderão estar a pensar vender esse mesmo artigo… a preço de amigo, claro está.
  13. Obras em casa e outros serviços dispendiosos. Precisa de pintar o escritório? Instalar a iluminação exterior da casa? Mudar o óleo ao carro? Ninguém escapa aos projectos de bricolage ou a outros serviços que normalmente vemo-nos obrigados a contratar e nem sempre aos preços mais atractivos. O que se calhar não sabia é que o seu sogro é um especialista em electricidade, o filho dos vizinhos adora pintar aos fins-de-semana para ganhar uns trocos extra e que o primo do seu melhor amigo é mecânico. Descubra quem, na sua rede social, o pode ajudar a reduzir ou até eliminar este tipo de custos.
  14. Diga adeus ao não essencial. Elabore e examine uma lista dos seus custos mensais e do proveito que deles tira: será que vê os 50 canais de televisão pelos quais paga ou metade seriam mais do que suficiente? Porque é que está a pagar uma mensalidade que lhe dá acesso ao ginásio duas vezes por semana se só vai uma? Precisa mesmo de comprar um par de brincos ou uns sapatos novos todos os meses? Determine o que não é essencial para a sua sobrevivência (a curto ou a longo prazo), desfaça-se de tudo aquilo que está a mais e rentabilize o que tem.